Atendimento a normativas
Devido à relevância estratégica,
econômica ou pela criticidade da
Indústria de TI em alguns setores da
economia, órgãos regulamentadores
estão se atentando cada vez mais aos
processos e atividades da área de TI
e, naturalmente, estão estabelecendo
normas e padrões que visam promover
a maturidade e a governança deste
setor.
Essas normativas exigem da área de
TI a formalização de seus processos
internos, a gestão dos processos de
negócio e das documentações dos
sistemas e projetos, o controle e
rastreabilidade de mudanças, a
gestão dos ativos de TI e dos
contratos com terceiros, dentre
outros.
Destacamos algumas normativas e
padrões, comentando como o
especificacoes.com vem
apoiando suas adoções:
Em vigor desde Janeiro de 2009,
a Instrução Normativa Nº 4 (ou
simplesmente IN4,
como ficou conhecida) dispõe
sobre o processo de contratação
de serviços de Tecnologia da
Informação pela Administração
Pública Federal e entidades
integrantes do Sistema de
Administração dos Recursos de
Informação e Informática – SISP.
A IN4 visa aperfeiçoar o
processo de contratação de
serviços de TI pelo Governo
Federal e se fundamenta nos
princípios de Governança, de
modo a assegurar, dentre outros
ganhos, que as ações de TI
estejam alinhadas com os
objetivos da instituição.
Destacamos abaixo alguns pontos
da IN4 que abordam a contratação
de serviços de TI e como o
especificacoes.com
contribui para alcançar as metas
e objetivos estabelecidos pela
norma.
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A normativa orienta a
criação de um Planejamento
Estratégico de TI (PETI) e
um correspondente Plano
Diretor (PDTI), responsáveis
por descrever a maneira como
os objetivos e indicadores
estratégicos da instituição
serão sustentados pela área
de TI. Para isso, é
necessário o detalhamento do
Plano Diretor em diversos
programas e projetos de
melhoria, com suas
respectivas equipes,
responsável, etapas, riscos
e benefícios à instituição.
É esse plano detalhado que
guiará as diretrizes
orçamentárias da instituição,
viabilizando projetos de
investimento e balizando os
custos de operação – daí sua
relevância, pois norteia
todo o plano orçamentário e
a priorização das
iniciativas. O
especificacoes.com
estabelece um ambiente
colaborativo para a criação,
revisão e acompanhamento do
PETI, PDTI e dos programas e
projetos (por indicadores de
desempenho, que podem ser
integrados ao
Enterprise Portfolio
Management – EPM),
apoiando consultivamente sua
elaboração e estruturação em
conformidade às normas e
modelo organizacional da
instituição.
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A IN4
define que a fase de
Planejamento da Contratação
compreende a avaliação das
necessidades do requisitante,
considerando desde os
objetivos estratégicos da
instituição até a
especificação da demanda do
serviço. O
especificacoes.com
desenvolve a competência
interna e automatiza o “backbone
de ALM” da
instituição, no qual as
especificações dos processos
de negócio e dos requisitos
de software são produzidas e
geridas, bem como toda a
rastreabilidade destas para
com o PDTI e PETI.
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A IN4
regulamenta também o uso de
pregão eletrônico no
processo de Seleção do
Fornecedor. Nas palavras de
Rogério Santanna da SLTI –
Secretaria de Logística e
Tecnologia da Informação: “O
pregão leva em conta o menor
preço ofertado, sendo que o
que garante a qualidade do
serviço prestado é a boa
especificação dos bens e
serviços adquiridos”. Em
outras palavras, o caminho
para o sucesso na
contratação de serviços de
TI está em estruturar os
processos internos
relacionados a especificação
e gestão dos requisitos das
demandas de software. Neste
contexto, o
especificacoes.com
promove a maturidade dos
processos de
ALM
e automatiza todo o ciclo de
vida de uma aplicação, desde
o detalhamento da demanda (os
requisitos de software), o
acompanhamento do projeto,
as solicitações e aprovações
de mudanças (no escopo do
trabalho), até a implantação
(automática) dos novos
sistemas em produção. Desta
forma, a instituição
desenvolve as competências e
implanta a infraestrutura
necessária para evoluir seus
contratos de hora-homem para
serviços definidos e medidos
(SLA).
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Quanto à fase de
Gerenciamento de Contrato, a
IN4 rege, dentre
outras diretivas, que o
contratante deve repassar, à
contratada, todo o
conhecimento necessário para
a execução dos serviços,
formalizar as demandas por
meio de ordens de serviços e
monitorar a execução das
atividades do contrato. O
especificacoes.com
promove o gerenciamento das
demandas, estabelecendo uma
interface clara e objetiva
entre o demandante e seus
fornecedores, com um
acompanhamento em tempo real
dos projetos, abrangendo a
visão do esforço previsto e
realizado, a realização do
escopo, as solicitações e
aprovações de mudanças, os
riscos do projeto –
oferecendo toda a
rastreabilidade do ocorrido
na vida do contrato.
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Entre em
contato conosco para conhecer
alguns dos trabalhos de estruturação
e gestão do PETI e PDTI, bem como a
implantação do escritório de projeto
(EGP) e da fábrica de software (ALM)
que realizamos em instituições
governamentais, alinhadas à
IN4.
O Banco Central do Brasil – BACEN,
em convergência com o acordo
Basiléia II, publicou a Resolução
3380, que dispõe sobre a
implementação de estrutura de
gerenciamento do risco operacional
nas instituições financeiras.
Segundo essa resolução, risco
operacional diz respeito à
possibilidade de perdas resultantes
de falha, deficiência ou inadequação
de processos internos, pessoas e
sistemas, ou de eventos externos.
Dentre os eventos apontados como
risco operacional estão fraudes,
interrupção nas atividades da
instituição, falhas em sistemas de
Tecnologia da Informação, falhas no
cumprimento de prazos ou no
gerenciamento das atividades da
instituição.
No que se refere ao escopo tratado
pelos processos de ALM,
as orientações, baseadas no modelo
COBIT, atentam às diretrizes:
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PO3 - Determinar as
Diretrizes da
Tecnologia
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AI4 - Habilitar
Operação e Uso
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PO4 - Definir os
Processos,
Organização e
Relacionamentos de
TI
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AI5 - Adquirir
Recursos de TI
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PO10 - Gerenciar
Projetos
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AI6 - Gerenciar
Mudanças
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AI1 - Identificar
Soluções
Automatizadas
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AI7 - Instalar e
Homologar Soluções e
Mudanças
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AI2 - Adquirir e
Manter Software
Aplicativo
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DS2 - Gerenciar
Serviços
Terceirizados
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O especificacoes.com
oferece um ambiente colaborativo
para a documentação dos processos de
negócio, integrando ferramentas que
promovem a comunicação e favorecem o
aprendizado da organização sobre os
próprios processos – levando
maturidade ao negócio e reduzindo os
riscos advindos de falha dos
procedimentos internos e/ou de
pessoas.
Além disso, por meio de um processo
controlado e automatizado conforme
as boas práticas de gestão de TI
(ITIL, COBIT, MOF), o
especificacoes.com conduz o
ciclo de vida das aplicações desde a
identificação de demandas,
especificação dos requisitos,
desenvolvimento (interno ou
terceirizado) e testes, até sua
implantação no ambiente de produção
da organização, proporcionando
controle, qualidade, rastreabilidade
e segurança aos processos de
validação e implantação de mudanças.
Tais ganhos contribuem
substancialmente para a efetividade
da TI e para a redução de seus
riscos operacionais.
Dentre os objetivos percebidos por
nossos clientes do setor financeiro
destacamos:
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Aderência às melhores
práticas de governança de TI
como COBIT
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Realização de projetos mais
relevantes para o negócio e
com escopo mais estável
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Controle de custos, escopo e
tempo dos projetos
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Estruturação das áreas de TI
e aumento da maturidade de
seus processos
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Rastreabilidade dos
artefatos e dos processos
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Ambiente de desenvolvimento
colaborativo
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Centralização dos modelos de
negócio de todas as áreas e
funções organizacionais
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Padronização e controle dos
artefatos desenvolvidos em
terceiros
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Aumento da eficiência e da
eficácia das implantações de
sistemas
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Entre em
contato conosco para conhecer nossos
casos de sucesso no setor.
Diversas outras normativas e boas
práticas de governança vêm ganhando
força dentro de outros setores da
economia, tais como o PCI para o
setor de e-commerce, HL7 para a
saúde, ou mesmo as iniciativas de
ITIL e COBIT válidas para apoiar a
maturidade de TI de maneira geral.
Todas orientam a adoção de boas
práticas de TI, dentre estas, para a
gestão do ciclo de vida das
aplicações. O enfoque é estabelecer
um ambiente padronizado, com
processos maduros (definidos e
mensuráveis) que ofereçam segurança,
gestão dos ativos e rastreabilidade
de mudanças.
No contexto de ALM, o
especificacoes.com
formaliza (já possui pronto) e
automatiza os processos:
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Projeto de Serviço:
atualiza o Portfolio de
Serviços de TI frente a
novas oportunidades de
melhoria identificadas,
projetando os serviços de
maneira a garantir
consistência, integração e
alinhamento com o negócio,
avaliando a viabilidade da
solução e provendo os
planejamentos necessários ao
seu desenvolvimento e
implantação;
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Engenharia de Processos:
identifica e descreve os
processos de negócio que
suportam os objetivos da
organização, analisando
potenciais melhorias e
mantendo uma arquitetura de
negócio consistente e
alinhada com estes objetivos;
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Engenharia de Requisitos:
explora e refina as demandas
de automação e sua
estruturação em requisitos
das aplicações, definindo os
limites do sistema conforme
as diretrizes para o projeto
e orientando sua realização;
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Desenvolvimento de Mudança:
garante o desenvolvimento e
entrega de soluções com
eficiência e qualidade,
através de atividades
diárias e contínuas de
gerenciamento de projeto,
acompanhando o progresso do
trabalho e orientando as
ações de validação e
implantação;
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Engenharia de Software:
realiza o projeto, a
implementação, os testes e a
liberação de releases de
acordo com os requisitos de
automação;
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Validação de Mudanças:
garante a alta
disponibilidade dos serviços
de TI, realizando a
validação de mudanças do
ambiente produtivo,
proporcionando a captura de
inconformidades de
distribuição e efeitos
colaterais à mudança;
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A proposta do
especificacoes.com
é levar estes processos
estruturados conforme as boas
práticas de mercado como um
rápido startup para as
empresas. Acrescentando a este
modelo as especificidades e
cultura organizacional da
empresa, têm-se os processos de
ALM
formalizados e documentados. Com
o “backbone de
ALM” implantado, os
mesmos passam a estar
automatizados e gerenciados –
elevando rapidamente a
maturidade da TI, e impactando
favoravelmente o alinhamento com
o negócio e a redução de custos
e perdas da área de sistemas.
Redução de custos
Como seria uma indústria de
componentes críticos e de alto custo
se os procedimentos de produção
fabril não tivessem altamente
padronizados e automatizados? E a
qualidade? A eficiência (custo de
produção)?
Este cenário inimaginável para o
setor industrial é nossa realidade
mais comum na área de sistemas, que
lida com grandes volumes de esforço,
orçamento e criticidade. Nos
referenciamos à área de sistemas (internas
ou terceirizadas) como fábrica de
software; no entanto, a maioria dos
processos são manuais não
padronizados e pouco automatizados.
Ou seja, embora tenhamos hoje uma
abundante oferta de ferramentas e
metodologias de desenvolvimento de
sistemas no mercado, muito pouco
encontra-se de fato implantado e em
uso pelas empresas (vejamos
pesquisa do PMI sobre a adoção de
soluções de gestão de conhecimento
de software nas empresas; e
ainda,
pesquisa da maturidade de TI das
empresas brasileiras, pelo IDC e
Accenture, com 150 empresas
brasileiras de grande porte).
Se por um lado essa situação parece
desastrosa, por outro, possibilita
uma fácil leitura sobre o potencial
de retorno financeiro de uma
estruturação e automação dos
processos de ALM. Melhorias na
gestão de requisitos, na
distribuição e controle das ordens
de trabalho de desenvolvimento, na
análise de qualidade dos sistemas,
na distribuição das aplicações em
produção, resultam em uma expressiva
redução de custos e perdas à
organização.
Assim, se você está defendendo uma
iniciativa de ALM
pelo foco de redução de custo, o
especificacoes.com
orienta um programa de implantação
com ênfase na automação fabril,
reorientando o
modelo clássico de implantação
para o esquema a seguir:
Com a automação fabril, a automação
de ALM prioriza:
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A distribuição e
acompanhamento de tarefas (ordens
de trabalho de
desenvolvimento, mitigação
de riscos, correções de
falhas, etc)
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O desenvolvimento
colaborativo.
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A integração contínua
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As análises de qualidade dos
fontes
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Os testes automatizados
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A implantação das aplicações
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Para uma análise da eficiência (redução
de custo) gerada, peguemos, por
exemplo, o processo de integração de
software: após o desenvolvimento e
check-in do novo código fonte
por cada desenvolvedor tem-se a
necessidade de compilar, validar (definições
de padrões e qualidade), testar
(testes unitários), para, então,
montar e implantar (distribuir) no
ambiente de integração os novos
binários e conteúdos do sistema.
Finalmente, pode-se avaliar a nova
funcionalidade do sistema
desenvolvido (testes de sistema).
Uma sequência de atividades que
ocorre inúmeras vezes num
desenvolvimento de sistema,
independentemente de ferramentas,
linguagens ou metodologias.
A automação deste processo, portanto,
garante uma alta economia de tempo
gasto pelos profissionais, sendo,
muitas vezes, suficiente para
viabilizar a iniciativa de
ALM. Isso é especialmente
expressivo para sistemas mais
complexos, com diversos servidores
envolvidos: aplicações/web,
componentes/barramento de serviços,
banco de dados, BI, etc..
Outra atividade corriqueira, que
demanda grande esforço (repetitivo e
crítico) da equipe de TI, é a
implantação de novas versões nos
ambientes de testes, homologação
(staging) e produção. São atividades
normalmente realizadas através de
manuais de implantação (GMUD), que
contêm o passo a passo a ser seguido
pela equipe responsável pela gestão
de mudanças. Normalmente, são
atividades que devem ser realizadas
em horários pré-definidos, por uma
equipe específica (ex.:
infraestrutura) e com longo tempo de
resposta (SLA).
Um processo estruturado, rastreado e
automatizado oferece agilidade,
eficiência, segurança e controle dos
ambientes corporativos (obviamente o
usuário desta capacidade pode
continuar sendo a própria equipe de
infraestrutura).
Para todo este escopo de
estruturação e automação fabril, o
especificacoes.com
possui um grande leque de
componentes, scripts
e ferramental de validação,
integração, montagem e
deployment automático das
aplicações, que são levados (cedidos)
aos clientes para agilizar a
implantação do
ALM.
Essa abordagem pragmática e
eficiente garante um rápido retorno
dos investimentos e baixo risco,
apoiando os gestores de sistemas na
defesa e priorização da iniciativa
junto à empresa.
Alinhamento com negócio
A aplicação dos conceitos e a
automação dos processos de ALM fatalmente remetem a uma redução
expressiva dos custos com as perdas com
projetos mal geridos, inadequados ao
negócio ou de baixa eficiência fabril.
No entanto, concomitantemente a redução
de custos diretos (que já viabilizam a iniciativa),
os ganhos de maturidade, controle e rastreabilidade
propiciam melhorias consideráveis no posicionamento
da TI em relação ao negócio e na sustentação das
iniciativas de governança ou no atendimento a
normas e exigências legais neste contexto.
Um fator fundamental para que um projeto
de TI seja considerado bem sucedido é o
adequado entendimento dos objetivos e metas de
negócio, as quais devem estar refletidas no
modelo de processos e, então, nas
especificações do novo sistema.
O especificacoes.com estabelece um ambiente
colaborativo para o gerenciamento do ciclo de
vida das aplicações, que abrange e integra os
processos de especificação de negócio e requisitos de
software, a gestão de sourcing, a automação fabril, até
a implantação de mudanças.
Assim, de maneira integrada ao “backbone” de ALM,
o especificacoes.com apoia a estruturação e divulgação
das estratégias, objetivos, processos e regras das áreas de
negócio, com rastreabilidade e conformidade necessárias às
iniciativas de Governança.
O especificacoes.com propõe
(e já dispõe de automação pronta para isso)
que toda a documentação dos objetivos e processos
de negócio esteja estruturada e acessível a todos os
usuários e profissionais da empresa (uma “wikipedia” do
conhecimento dos processos de negócio da empresa).
Tão importante quanto, é possível oferecer a estes
usuários um meio fácil deles apresentarem sugestões ou
pedidos de alteração nos processos de negócio através deste
próprio ambiente de ALM, facilitando a captura e a gestão de
mudanças e evoluções nos processos de negócio.
Essa capacidade é especialmente relevante
porque permite que a documentação dos processos
esteja sempre “viva”, isto é, que os processos
reais estejam efetivamente representados na
documentação – evitando que todo o trabalho de
engenharia de processos tenha que ser refeito de
tempos em tempos por não mais representar a realidade.